No ano passado, as polémicas ficaram à porta da sala das caldeiras e o primeiro Boiler Room lisboeta decorreu sem rivalidades entre géneros nem fundamentalismos underground. Switch(st)dance surpreendeu, os Buraka Som Sistema apontaram novas coordenadas de uma cartografia dançável globalizada e DJ Vibe teve direito a uma espécie de “prémio carreira” ao fechar a noite.
Para este ano, as discussões regressaram mas a aposta da Red Bull clara. Música de produtores ou bandas portuguesas com alguma singularidade ou dimensão internacional. É a assimilação de culturas locais e identitárias que define nomes como DJ Marfox, Throes + The Shine, Octa Push e até Branko, todos eles com uma ligação mais ou menos estreita a África. E são as milhas aéreas no passaporte que empurram Moullinex, Xinobi, Trikk (que até já participou num Boiler Room ou a “londrina” Rita Maia para este cartaz.
O evento está marcado para as 19h00 de amanhã e pode ser visto aqui. Com a certeza de que quando a música é solta da mesa de mistura, o corpo é que mais ordena sobre a cabeça e os cotovelos.
BRANKO
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MOULLINEX
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XINOBI
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TRIKK
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OCTA PUSH
id=ImxFjjACOjYwidth=600height=350RITA MAIA
id=0CYhsNK9SUUwidth=600height=350DJ MARFOX
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THROES + THE SHINE
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